quinta-feira, 15 de maio de 2014

SOBE O SOM: ELIS REGINA




O “Sobe o som” hoje apresenta uma das maiores cantoras da história do Brasil. Elis Regina.

Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945  — São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira

Conhecida por sua presença de palco, sua voz e sua personalidade  inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.

Como muitos outros artistas do Brasil, Elis surgiu dos festivais de música na década de 1960 e mostrava interesse em desenvolver seu talento através de apresentações dramáticas.

Seu estilo era altamente influenciado pelos cantores do rádio, especialmente Ângela Maria, e a fez ser a grande revelação do festival da TV Excelsior em 1965. Tal feito lhe conferiu o título de primeira estrela da canção popular brasileira na era da TV.

Enquanto outras cantoras contemporâneas como Maria Bethânia haviam se especializado e surgido em teatros, ela deu preferência aos rádios e televisões. Seus primeiros discos, iniciando com Viva a Brotolândia (1961), refletem o momento em que transferiu-se do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro, e que teve exigências de mercado e mídia. 

Transferindo-se para São Paulo em 1964, onde ficaria até sua morte, logrou sucesso com os espetáculos do Fino da Bossa e encontrou uma cidade efervescente onde conseguiria realizar seus planos artísticos. Em 1967, casou-se com Ronaldo Bôscoli, diretor do Fino da Bossa, e ambos tiveram João Marcelo Bôscoli.

Então vamos lá!!

Sobe o som Elis Regina!!


Águas de Março



O bêbado e a equilibrista



Maria, Maria



Casa no campo



Romaria



Fascinação



Tiro ao Álvaro



Alô, alô Marciano 



Me deixas louca



Aprendendo a jogar



Madalena 



Arrastão



Canto de Ossanha



Vou deitar e rolar



Dois pra lá, dois pra cá 



Bem. Aí está um pouco da história de Elis, grande artista que nos deixou tão cedo. Semana que vem tem outro que nos deixou saudades. Tem os velhos olhos azuis de Frank Sinatra.

Enquanto isso vamos matar as saudades de quem sempre nos emocionou desde os tempos de nossos pais.


ARQUIVO:

SOBE O SOM

Nenhum comentário:

Postar um comentário