sábado, 30 de maio de 2015

AMOR CAPÍTULO XI - AMOR PERDIDO




Saí arrasado de nossa casa. Não era aquilo que eu queria. Sim, tinha tesão em Jéssica, sempre tive, mas não sou idiota. Não trocaria o amor de uma vida por tesão em condições normais. 

Estava mais arrasado ainda por saber o quanto a mulher que eu amava estava sofrendo por minha causa.

Acabei parando no lugar que sempre paro nesses momentos. O Arpoador.

Passei a noite lá olhando o mar, a Lua, as estrelas..A bebedeira já passava há tempo, mas a ressaca chegara e nem era ressaca por causa da bebida, mas ressaca moral. Não me arrependi do que fiz até porque acho que uma série de situações me levaram até ali. Eu não era o único culpado, mas não fugia de minhas responsabilidades.

Nem percebi que o dia amanhecera. Tinha muitas coisas para resolver em minha vida, mas naquele momento não dava. Tinha que trabalhar.

Cheguei ao trabalho com cara amassada, mesma roupa do dia anterior e uma mala. Ananias perguntou se eu estava bem, comentou que eu sumira da festa e perguntou o porque da mala.

Osmar passou por nós, deu bom dia e se encaminhou a sua sala. Disse a Ananias que depois falava com ele, explicava tudo e fui atrás do homem.

Osmar perguntou se estava tudo bem, comentou que eu estava com cara abatida e como não sou de rodeios fui direito ao assunto.

Pedi demissão.

Osmar se surpreendeu e perguntou o motivo. Respondi “Eu e sua filha nos separamos ontem de noite e não acho justo continuar aqui se fui empregado por causa dela”.

Osmar perguntou o motivo, já que estávamos tão bem e pedi para que não precisasse entrar em detalhes. Era coisa pessoal.

O homem coçou o queixo e disse que entendia minha posição. Perguntou se não tinha volta e respondi com sinceridade “não sei”. Ele andou um pouco pela sala, virou-se para mim e falou “não vou te demitir”.

Tentei argumentar e ele continuou “Não sou hipócrita. Evidente que ser marido da Camila ajudou, mas não te contratei apenas por isso. Sou observador, cresci na vida assim e de cara percebi que era um homem audacioso, firme de caráter, exemplar”.

Agradeci e ele continuou “Você ter agora entrado na minha sala, contado que se separou e pedir demissão é a maior prova disso. Não vou te demitir e torço muito que voltem”.

Eu nem sabia o que dizer. Agradeci e Osmar completou “você está com uma cara péssima, tire o dia de folga e tente ajeitar a sua vida”.

Saí e peguei a mala pronto para sair. Ananias perguntou se estava tudo bem e respondi que sim, mas só voltaria no dia seguinte.

Naquele instante Jéssica surgiu.

Perguntou se poderia falar comigo e concordei. Fomos a um canto e ela disse “pela mala e sua cara sei que coisa boa não ocorreu. Ela descobriu?”. Respondi “não, eu contei”. Ela não entendeu e perguntou porque eu tinha feito aquilo e eu disse “Posso até trair, enganar nunca”.

Ela lamentou, perguntou o que eu faria e respondi que não sabia, tentar viver. Fui até a saída do escritório e ouvi a mulher dizer “sinto muito, eu não queria isso”.

Voltei, dei um beijo na sua testa, respondi “ninguém tem culpa” e saí.

Não tinha a quem culpar. Não podia perder tempo com isso.

Quando saí do escritório que me toquei que nem tinha para onde ir. Saí de casa tão desbaratinado com minha situação que não chegara a pensar nisso. Pensei em ir pra minha mãe, mas achei que estava muito velho para voltar pra “casa de mamãe”. Recorri a um amigo.

Fui até Samuel.

Bati na porta do meu amigo que me atendeu e perguntou o que ocorria ao me ver com a mala. Sem graça apenas respondi “o casal modelo deu uma de titanic e afundou”.

Ele me mandou entrar, que sentasse e preparou café para a gente.

Tomando café contei toda a situação e Samuel apenas comentou  
“que mancada”. Pela primeira vez virei para alguém e fiz a pergunta mais óbvia desde o começo dessa história.

“E agora? O que eu faço?”.   

Samuel respirou fundo, tomou um gole de café e me respondeu “o tempo parceiro, só o tempo cura”. Lamentei dizendo que o tempo podia curar, não resolver e ele continuou “essa garota te ama, deixou um noivo no altar por você, fez muito por você”.  

Concordei com ele que continuou “acredite nesse amor”.

Concordei novamente.

Tomei um banho e dormi. Não, não tive insônia como é de costume numa situação dessas. Estava cansado e dormi profundamente. Acordei com cheiro de comida e Samuel me chamando para comer macarrão.

Não sabia que meu amigo cozinhava tão bem. Samuel contava que eu poderia ficar lá o tempo que quisesse, aproveitei então para lhe pedir um favor.

Nem tudo eu conseguira pegar quando saí de casa e pedi que ele fosse lá pegar pra mim. Talvez Camila não quisesse me ver.

Ele concordou e disse que iria pra mim.

Ele foi e enquanto estava sozinho em sua casa a campainha tocou. Atendi e era Bia. Cumprimentei minha amiga que foi logo escancarando. “Que merda que você fez?”.   

Tentei me defender e não consegui. Argumentei sobre a depressão pós parto, a nossa vida que não estava legal e ela continuou.

“Isso não é desculpa. Vocês são um casal, um time, tem que apoiar um ao outro, dividir as alegrias e as crises”. Eu fiquei quieto, não tinha o que dizer. Ela arrematou “Você disse pra ela o quanto ela era importante pra você?”.

Não entendi o porque da pergunta e respondi que a Camila sabia muito bem disso. Bia perguntou se eu dissera isso nos momentos de crise, de depressão dela e principalmente, quando contei da traição.

Respondi que não.

Bia suspirou e comentou “meu casamento ta chegando e queria te convidar para ser meu padrinho”. Comovido agradeci ao convite e ela completou “mas tem um problema, já tinha convidado a Camila para madrinha”.

Fiquei em silêncio enquanto Bia perguntava “tudo bem?”. Respondi que sim.

Samuel entrou em casa e perguntei como tinha sido. Ele respondeu que ela ficou o tempo todo em silêncio cuidando de Gabriel. Trocaram poucas palavras.

Ele não falou de meu nome com ela nem ela do meu. Poucas palavras. Mas Samuel comentou que ela guardava um aspecto triste.

Isso me machucava o coração.

Enquanto isso um casal se formava aos poucos. Minha mãe e Osmar ficaram amigos e não eram raros os dias que ele ia comprar sorvete no mercado e saíam para almoçar ou jantar. 

Uma noite se despediram e minha mãe se encaminhou para entrar. Osmar gritou “espera” e saiu do carro. Foi até ela e os dois ficaram frente a frente.

Minha mãe implorou “não faz isso” enquanto Osmar passava as mãos em seus cabelos. Ela implorou novamente, mas não adiantou. Osmar lhe beijou.

E foi correspondido.

No fim minha mãe se desvencilhou dele e disse “não nasci pra ser amante”. Abriu a porta, virou para Osmar e falou “Sou de respeito, não sou amante, não me procure mais”.

Fechou a porta, mas sabia que não teria escapatória.

No dia seguinte Osmar não foi até o mercado e dona Hellen estranhou. No dia seguinte também não, nem no outro. Minha mãe começou a ficar preocupada até que foi surpreendida.

Um dia estava no caixa quando entrou um entregador com flores na mão. Perguntou por Hellen e ela respondeu “sou eu”. O homem lhe entregou flores que estavam sem cartão.

Ela ficou curiosa, mesmo no fundo sabendo de quem era. Mal se recuperava da emoção de receber flores quando outro entregador com flores perguntou por ela. Entregou as flores para minha mãe e um a um entregadores iam surgindo e lhe entregando flores.

No fim minha mãe não sabia o que fazer com tantas flores quando ouviu buzina de caminhão e alguém gritando seu nome. Ela foi até a porta e viu Osmar dentro do caminhão ao lado do motorista perguntando se ela precisava de ajuda.

Hellen sorriu e Osmar desceu do caminhão indo ao seu encontro e lhe beijando. Os dois foram aplaudidos por todos e ao fim Osmar gritou para o gerente que minha mãe tiraria o dia de folga.

Foram pra casa de minha mãe e fizeram amor.

Minha mãe tentou relutar, mas os dois acabaram virando amantes. Quando o amor surgia fazia dessas coisas. O amor como aquele que eu sentia por Camila.

Não seria fácil encontrar Camila depois do acontecido, mas teríamos que nos ver. Afinal tínhamos um filho.

Fui até nossa casa, respirei fundo e toquei a campainha. Camila já esperava por mim e abriu a porta com Gabriel pronto. Perguntei se estava tudo bem com ela e Camila respondeu que sim devolvendo a pergunta. Respondi que sim e ficamos os dois em silêncio. 

É estranha essa ausência de palavras, esse desconforto entre pessoas que tem tanta intimidade. Ficar cheio de dedos com quem já se dividiu cama e sonhos.

Quebrei o desconforto e pedi que Gabriel viesse comigo. Meu filho pegou minha mão, olhei mais um pouco Camila e me despedi.

Fui para a praia e brinquei com ele. Brinquei, mas estava com o pensamento longe em Camila, até que ouvi chamarem meu nome.

Era Jéssica.

Ela se aproximou e fiquei constrangido por tudo que ocorreu. Jéssica perguntou se eu queria um sorvete e acabei topando.

Enquanto Gabriel brincava na areia conversamos e no fim acabei lhe deixando em casa. Levei Gabriel e Camila me atendeu na porta. Ficamos nos olhando e ela perguntou se tudo saíra bem. Respondi que sim e mais um tempo ficamos em silêncio.

Camila comentou do casamento que se aproximava e perguntou se tinha problema de sermos padrinhos. Respondi que não, perguntei se para ela tinha e minha ex respondeu que não, mas que tinha uma questão.

Ela iria acompanhada.

Meu coração gelou e se dilacerou. Me fiz de forte, mesmo sabendo que não conseguia disfarçar e perguntei “acompanhada”?. Camila perguntou se tinha algum problema e respondi que não, ela tinha que refazer sua vida e estava mais que certa.

Fui embora sentindo como se minha vida tivesse acabado.

Quando dei por mim estava na porta do apartamento de Jéssica. Ela abriu a porta e perguntei “posso entrar?”.

Passei a noite com ela.

De manhã estávamos nus deitados na cama e enquanto Jéssica não parava de falar eu pensava em Camila. Do quanto eu queria estar com ela naquele momento, todas as vezes que nos beijamos, fizemos amor e que estava lhe perdendo pra sempre. Num rompante virei para Jéssica e lhe convidei pro casamento.  

Chegou a noite do casamento e peguei Jéssica em casa. Ela estava deslumbrante, linda, mas só conseguia enxergar Camila na minha frente. Cheguei na igreja e dei de cara com Camila e ela estava realmente acompanhada.

Um cara que devia ter uns 30 anos, moreno, bem apessoado. Eu ao lado de Jéssica e ela com esse cara. Nós quatro ficamos frente a frente e em silêncio. Me desacostumara em ver Camila com outro homem, desde os tempos de Guga, e aquilo me fez mal. Como senti que Camila estava desconfortável ao me ver com Jéssica.

Quebrei o silêncio e os cumprimentei com ela fazendo o mesmo. Samuel percebeu a situação e no chamou para o altar. Eu e Camila fomos e ficamos lado ao lado sem nos falar e evitando nos olhar.

Mas não adiantava. De vez em quando um se pegava olhando para o outro.

Bia entrou deslumbrante ao lado de seu pai e foi entregue nas mãos de Nando. Eu via o casamento ocorrer e lembrava do meu com Camila na praia. Não tinha como não lembrar de nossa história na areia, tendo os amigos e o mar como testemunhas. Minha garganta deu um nó e quando olhei para o lado Camila chorava.

Com certeza ela também lembrava.

Fomos para a festa e fiquei dançando com Jéssica enquanto Camila dançava com o sujeito. Eles não trocaram nenhum beijo e por respeito também não beijei Jéssica. Uma hora por sacanagem do destino começou a tocar “El dia que me queiras”.

A música do concurso que vencemos e de nossa dança no casamento.

Dancei a música com Jéssica quando na verdade queria dançar com Camila e ela fez o mesmo com o cara. Eu não parava de olhar pra ela enquanto Camila desviava o olhar e na maior parte do tempo olhava pra baixo.

No meio da música ela não aguentou e saiu do salão. O sujeito saiu atrás e os dois acabaram indo embora. Depois de um tempo falei para Jéssica para fazermos o mesmo.

Levei Jéssica para casa, os dois em silêncio e quando paramos tirei o cinto para descer do carro. Ela segurou minha mão evitando que eu fizesse isso.

Olhei para ela como se perguntando porque fizera isso. Jéssica sorriu pra mim e comentou “não é de mim que você gosta”. Apenas olhei para ela como se concordando com o que dissera e Jéssica continuou “Corra atrás de seu amor antes que você perca de vez”.

Fui para casa de Samuel que estava na sala conversando com um amigo e me disse que tinha trazido quentinha da festa e estava na geladeira. Agradeci, mas respondi que estava sem fome.

Deitei pensando no que Jéssica dissera e na dor de ver Camila com outro homem.

Não fiquei mais com Jéssica e soube que o caso de Camila não foi adiante. Ficamos os dois solteiros, mas nunca falamos nada sobre nossa situação, sobre tudo que ocorreu ou uma tentativa de voltar. Nos víamos sempre em razão de Gabriel, eu sempre buscava e o levava em casa e participávamos juntos de coisas na escola. Mas sem intimidade, apenas formais.

Um dia deixei Gabriel em casa e ela pediu que esperasse. Primeira vez naquele tempo todo que Camila fazia isso. Estranhei e estranhei ainda mais quando ela pediu que eu entrasse dizendo que tinha que falar comigo.

Entrei naquela que um dia foi minha sala, sentei e Camila começou “recebi uma proposta de trabalho”. Sorri e disse que aquilo era maravilhoso quando ela emendou “Na França”.

Baqueei e fiquei em silêncio. Camila continuou dizendo que levaria Gabriel, já que era a mãe perguntando se tinha algum problema em relação a isso.

Eu nem estava mais ali, a impressão que tinha era que estava no espaço, apenas meu corpo estava ali. Não podia ser, estava perdendo Camila de vez. Na França que eu não teria mais chance nenhuma. Eu não podia viver sem aquela mulher. 

Camila me chamou e acabei “voltando ao meu corpo”. Pedi desculpas e disse que não tinha prestado atenção na pergunta e Camila repetiu perguntando se tinha algum problema em levar Gabriel. Sem quase conseguir soltar minha voz respondi que não. Não tinha problemas.

Mas tinha sim. Não podia ficar sem Gabriel, pior, não podia ficar sem Camila. Eles eram minha família, tudo pra mim.

Os dias foram passando e aproximando o dia da viagem. Eu não fazia nada, não lutava, não esboçava nenhuma reação.

O dia da viagem chegou e fui até a casa de Camila. Me despedi de Gabriel e depois de minha ex dizendo que detestava despedidas em aeroporto e achava melhor assim. Camila concordou comigo e disse que também detestava e depois falou que estariam no Rio no verão para passar uma semana.

Eu poderia falar várias coisas naquele momento, mas falei apenas “está bem”.

E fui embora.

É. Não lutei, não pedi pra ficar, não tentei nada. Apenas me despedi. Deixava assim minha família ir embora.

Comia pizza e jogava baralho com Samuel, um amigo dele, Bia e Nando no apartamento de Samuel. Todos conversavam animadamente e eu em silêncio imaginando que naquele momento Camila devia estar no aeroporto.

Em determinado momento Bia me perguntou “quando você criou juízo?”.

Não entendi e pedi que minha amiga repetisse a pergunta. Ela repetiu “quando você criou juízo?”. Respondi que não sabia, mas achava que sempre tive.

Bia deixou as cartas na mesa e continuou “não, você criou juízo, virou um homem responsável, cuida bem de seu filho, não deixa nada faltar pra ele, é amigo e bacana com sua ex-mulher e agora ta deixando que ela viaje por causa de uma boa oportunidade profissional. Fez nada pra impedir, deixou sua família ir embora porque sabe que é uma ótima oportunidade profissional e de vida pra eles. Você criou juízo”.      

Agradeci a ela. Bia bebeu um gole de cerveja e emendou “disse que você criou juízo, não estou te elogiando, gostava de você sem juízo”.

Não entendi. Bia levantou, pegou a chave de seu carro, virou pra mim e falou “gostava mais do Toninho irresponsável, capaz de se declarar a uma mulher no dia de seu casamento, levá-la uma clínica de aborto e cuidar dela mesmo ela com outro, capaz de casar na praia, fazer todas aquela coisas que você disse que faziam na vida de casados. Preferia o Toninho dos arroubos, o Toninho que me lembrava os filmes de Hollywood. Aqueles que fazem qualquer mulher chorar, voltar a ser menina e sonhar com um homem desses”.

Abismado olhei para ela que me fulminou “Não crie juízo, crie histórias de amor”.

Eu ainda estava atordoado, não sabia o que pensar quando ela me mostrou a chave e disse “ta vendo essa chave? É do meu carro, se quiser te dou uma carona até o aeroporto”.

Olhei para ela, para os outros, levantei e disse com firmeza “vamos”.

Bia saiu em disparada para o aeroporto. Pegamos uma blitz terrível na entrada da Ilha do Governador e chegamos em cima da hora no Tom Jobim.
Entrei desesperado no aeroporto procurando a companhia aérea com a viagem para Paris. Chegando na companhia ouvi o anúncio de última chamada. Me desesperei. Falei no balcão que o avião não podia decolar.

A atendente perguntou porque e desesperado respondi “o amor da minha vida está lá dentro e se ela for embora metade de mim estará indo junto. Impeça esse avião pelo amor de Deus”.  

A atendente respondeu que não podia fazer nada. O avião já estava decolando. Bia colocou a mão em meu ombro e disse “sinto muito”.

Não resisti. Eu que sempre tive dificuldades em mostrar sentimentos em público comecei a chorar copiosamente. Sentei ali no saguão, coloquei a cabeça entre os joelhos e chorava desesperadamente, de soluçar chamando por Camila.

Acabava tudo. Tinha perdido Camila pra sempre.

Quando senti uma mão em meu cabelo.

Imaginei que fosse Bia e continuei da mesma forma até que ouvi uma voz me pedindo para não chorar. Eu conhecia aquela voz, não era de Bia. Levantei a cabeça e olhei.

Era Camila.

Surpreso, me levantei e perguntei como ela podia estar ali já que o avião decolara. Bia surgiu com Gabriel no colo e contou que tudo fora combinado. Não existia viagem, nem emprego, aquele foi um plano dela para quebrar o clima entre a gente e me fazer reagir.

Camila com lágrimas nos olhos sorriu e eu olhei para Bia apenas conseguindo dizer “Você é muito safada e eu te amo”.

Bia respondeu  que aquela noite era nossa e levaria Gabriel para dormir com ela e Nando. Se despediu da gente dizendo “tenham menos juízo”.

Ficamos sozinhos. Eu e Camila sozinhos ali no aeroporto. Comecei a pedir perdão por tudo, pela noite com Jéssica, por não ter sido companheiro quando Camila me interrompeu colocando o dedo em minha boca e me perguntando “me ama?”.

Sorrindo respondi “pra sempre” e nos beijamos.

Recuperava minha família.

Recuperava meu amor.  


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quinta-feira, 28 de maio de 2015

SOBE O SOM: ELTON JOHN





Elton John, Kt, CBE (nascido Reginald Kenneth Dwight; Londres, 25 de março de 1947). É um cantor-compositor, pianista e produtor. 

Elton possui 35 discos de ouro e 25 discos de platina, já vendeu mais de 450 milhões de discos em todo o mundo, e detém o recorde de o single mais vendido de todos os tempos. Ao longo de quase cinco décadas, desde 1969, Elton fez mais de 3.500 concertos ao redor do mundo. Elton John é homossexual assumido, vive com o companheiro David Furnish há 21 anos, e em 2005 os dois se casaram no civil e em 2014 oficializaram a união. O casal tem dois filhos nascidos de uma barriga de aluguel: Zachary, de 3 anos,e Elijah, de 1 ano e 11 meses.

Quando Elton John começou a se interessar pela carreira musical, seu pai, antigo tenente da RAF, tentou o convencer a seguir uma carreira mais convencional. Os pais de Elton eram ambos músicos. Seu pai tocava trompete em uma banda amadora chamada Bob Millar Band, que animava festas formais. A família de Elton John era uma exímia colecionadora de álbuns, o que o fez-se interessar pelo estilo de Elvis Presley e Bill Haley & His Comets durante a década de 1950.

Então vamos lá!!

Sobe o som Elton John!!


Sacrifice


Can you feel the love tonight


Goodbye yellow brick road


Nikita


Candle in the wind


I gess that`s why they call in the blues


Bennie & the Jets


Sorry seems to be the hardest world 


Don`t go break my heart - Com Kiki Dee


Tiny dancer


Don`t let the Sun go down on me


Saturday night allright


I want love 


Crocodile rock


That`s what friends are for – Com Stevie Wonder, Dionne Warwick Gladys Knight 


Bem.Aí está um pouco da obra de Sir Elton. Semana que vem tem o cara que quando foi ferido viu tudo mudar. Tem Guilherme Arantes.


Enquanto isso a sua canção.


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WILSON SIMONAL

quarta-feira, 27 de maio de 2015

CINEBLOG: TROPA DE ELITE 2




Cineblog fala hoje de um filme que é considerado um “soco no estômago”. O filme nacional de maior bilheteria da história e um dos meus favoritos.
Cineblog orgulhosamente apresenta:


TROPA DE ELITE 2




Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora É Outro é um filme policial brasileiro de 2010, dirigido por José Padilha, que também escreveu seu roteiro, com Braulio Mantovani, e estrelado por Wagner Moura.

Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme. Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, que tem que lidar com problemas com seu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro. O diretor José Padilha afirmou que "o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política”. Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.

Lançado no Brasil em 8 de outubro de 2010, o filme recebeu considerável atenção da mídia, críticas majoritariamente favoráveis e, em 7 de dezembro do mesmo ano, tornou-se o filme mais visto da história do cinema brasileiro, com 11 milhões de espectadores - marca que não era superada desde 1976, quando o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos obteve 10,73 milhões.  Em 2011 foi indicado a 16 categorias do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro vencendo em 9, incluindo a de melhor longa, melhor direção e a de melhor ator por Wagner Moura. Em 20 de setembro de 2011, foi escolhido para ser o candidato brasileiro a uma indicação para o Oscar de melhor filme estrangeiro.  

Enredo


O filme começa in medias res, apresentando Nascimento saindo do Hospital Beneditino. Seus passos estão sendo observados por um grupo de homens que se comunica através de rádio transmissores. Enquanto dirige seu carro, ele é abordado por um outro veículo, do qual saem homens armados que começam a alvejar o automóvel. Enquanto ocorre o atentado, Nascimento, como narrador, diz que, embora possa ser considerado "um clichê de filme americano", chegar perto da morte o faz recordar o que havia ocorrido para que chegasse até aquele ponto.

Um flashback narra os acontecimentos de quatro anos antes, quando uma divisão do BOPE comandada por Nascimento e André Mathias se envolve no controle de uma rebelião no presídio Bangu I. Durante a rebelião, Beirada, o líder do Comando Vermelho, com a conivência dos agentes responsáveis pela segurança da unidade penal, foi capaz de dominar o presídio e assassinar seus adversários da A.D.A. Com a situação em escalada, o professor de história Diogo Fraga é chamado ao presídio. 

Membro de uma ONG dedicada à defesa dos Direitos Humanos, Fraga é chamado numa tentativa de negociar o fim da rebelião. O ativista sucede em negociar a libertação dos reféns, mas Mathias se precipita e, descumprindo uma ordem de Nascimento, ingressa na área controlada por Beirada, o que faz com que Fraga seja tomado como refém. Após Beirada ser convencido a libertar Fraga, Mathias atira contra o criminoso, matando-o.

As consequências da ação de Mathias, tanto para ele quanto para Nascimento, são o fio condutor do filme: Mathias é usado como bode expiatório e é expulso do BOPE, não da PMERJ - ele passa a integrar o batalhão do amigo Fábio, agora coronel. Já Nascimento, visto como herói pela população, é nomeado para o cargo de Subsecretário de Inteligência da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Fraga, que havia tornado-se marido de Rosane, ex-mulher de Nascimento, elege-se deputado estadual.

Uma vez na Secretaria, Nascimento é capaz de articular uma completa reestruturação do BOPE, aumentando seu efetivo e modernizando seus equipamentos. Essa reestruturação o auxilia no combate ao tráfico de entorpecentes, e, com o passar do tempo, a Secretaria é capaz de encerrar as atividades de traficantes na maior parte das favelas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Desbaratar o crime organizado, ao contrário do que Nascimento planejara, não contribuiu para a diminuição da corrupção, mas fez surgir uma nova organização criminosa, as "milícias".


Elenco



·  Wagner Moura como Roberto Nascimento .
  Irandhir Santos como Diogo Fraga.
  André Ramiro como Capitão André Mathias.
  Milhem Cortaz como Coronel Fábio Barbosa.
  Maria Ribeiro como Rosane.
  Sandro Rocha como Major Rocha.
  Tainá Müller como Clara Vidal.
  Seu Jorge como Beirada.
  Adriano Garib como Guaracy.
  Pedro Van-Held como Rafa aos quinze anos.
  Emílio Orciollo Neto como Valmir Magalhães.


Recepção da crítica

Tropa de Elite 2 recebeu críticas geralmente positivas. Em uma resenha escrita para o Portal G1, Luciano Trigo afirmou que o filme é um "tapa na cara do espectador" e que tem "um roteiro muito mais ambicioso que o original". Segundo Trigo, o diretor José Padilha conseguiu escapar das "armadilhas" na continuação, como "repetir uma fórmula de sucesso, ou ceder à pressão patrulheira dos que classificaram o primeiro filme como 'fascista'", e foi "ainda mais fundo no retrato realista e duro da realidade social do Rio de Janeiro, esgarçada pela violência e pela corrupção em suas variadas formas’.

No UOL, Alessandro Giannini elogiou a interpretação de Wagner Moura e afirmou que esse filme é mais "consistente e coeso" que o primeiro e que "não há espaço para dúvidas ou ambiguidades".



Semana que vem “Cineblog” continua nacional com “Dona Flor e seus dois maridos”.



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TROPA DE ELITE

sábado, 16 de maio de 2015

TROCANDO EM VERSOS ESPECIAL: SEIS ANOS COM ELA



Hoje o "Trocando em versos" é mais que especial. Fala dos seis anos da Bibiquinha, da minha princesinha, da Bia, minha filha mais velha e que mudou minha vida.

Menina linda por dentro e por fora. Carismática, inteligente, expressiva. Bia e seu irmão Gabriel são os maiores orgulhos e alegrias da minha vida. Esse ano ela começou na escola, começa a descobrir as letras, a escrever e abre um novo mundo lindo e fascinante.

Essa letra eu fiz para ela em seu aniversário de dois anos. Muito já falei sobre minha doce Ana Beatriz aqui. Minha companheira, minha melhor amiga, minha filha com quem troco confidências e experiências de vida. Sim, ela também me ensina muito a cada dia. Mas tudo que já escrevi é pouco ainda perto do amor que tenho por ela.

Te amo Bia. Orgulho de ser seu pai.


O ESPELHO E A JANELA



A vida em poeta me transformou
Me fez descobrir que eu me enganei
Me enganei quando numa imensa dor
Eu perguntei
Como viver sem o seu amor

Seu amor não vou perder
Nele confio pra vencer

Com o choro e o sorriso da vida
Chegadas, despedidas
Um novo homem me tornei
Melhor ou pior eu não sei
Sei que do seu legado não me esquecerei

No espelho continuo vendo você
Mas tem alguém que você também pode ver
Alguém que surgiu depois que você partiu
Um grande amor floriu, sei que você viu

E sei que a ela ama também
Em algum lugar zela o teu bem

Te vejo nos olhos dela
O espelho foi pra janela refletir
A vida a se criar

Te vejo nos olhos dela
O espelho foi pra janela refletir
A vida continuar



Pra fechar vídeo mais que especial. Uma música que sempre me faz lembrar você. Feliz aniversário meu amor.



TROCANDO EM VERSOS ANTERIOR:

MEU AMOR

quarta-feira, 13 de maio de 2015

SOBE O SOM; WILSON SIMONAL





Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938São Paulo, 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970, chegando a comandar um programa na TV Tupi, Spotlight, e dois programas na TV Record, Show em Si... Monal e Vamos S'imbora, e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa anglo-holandesa Shell.


Cantor detentor de esmerada técnica e qualidade vocal, Simonal viu sua carreira entrar em declínio após o episódio no qual teve seu nome associado ao DOPS, envolvendo a tortura de seu contador Raphael Viviani. O cantor acabaria sendo processado e condenado por extorsão mediante sequestro, sendo que, no curso deste processo, redigiu um documento dizendo-se delator, o que acabou levando-o ao ostracismo e a condição de pária da música popular brasileira. 

Em 2012, Wilson Simonal foi eleito o quarto melhor cantor brasileiro de todos os tempos pela revista Rolling Stone Brasil.  

Então vamos lá!!

Sobe o som Wilson Simonal!


Sá Marina


Mamãe passou açúcar em mim


Meu limão, meu limoeiro


Vesti azul


Tributo a Martin Luther King


País Tropical


A Tonga da Mironga do Kabuletê


Fim de semana em Paquetá


Balanço Zona Sul


Está chegando a hora


Mustang cor de sangue


Aqui é o país do futebol 


Shadow of your smile - Com Sarah Vaugham


Carango



Bem. Aí está um pouco da história desse grande cantor que vem sendo redescoberto pelas novas gerações. Semana que vem tem nobreza. Tem Sir Elton John.



Enquanto isso vem que tem sim.


Vem que tem aula... 



SOBE O SOM ANTERIOR:

CAETANO VELOSO

CINEBLOG: TROPA DE ELITE



Cineblog fala hoje de um dos maiores sucessos do cinema nacional. Filme que provocou um grande debate no país e deve ser o que mais lançou bordões até hoje.

Cineblog orgulhosamente apresenta:


TROPA DE ELITE



Tropa de Elite, alternativamente conhecido como Tropa de Elite - Missão Dada é Missão Cumprida, é  um filme policial brasileiro de 2007, dirigido por José Padilha, que também escreveu seu roteiro, com Braulio Mantovani e Rodrigo Pimentel, e produziu com Marcos Prado. Tem como tema a violência urbana na cidade brasileira do Rio de Janeiro e as ações do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

O filme é baseado em elementos presentes no livro Elite da Tropa, de André Batista e Rodrigo Pimentel, em parceria com Luiz Eduardo Soares. É estrelado por Wagner Moura, André Ramiro, Caio Junqueira, Milhem Cortaz, Fernanda Machado, Paulo Vilela, Fernanda de Freitas, Maria Ribeiro e Fábio Lago.

É o primeiro longa de ficção do diretor José Padilha, que anteriormente dirigiu o documentário Ônibus 174 (2002). Foi objeto de grande repercussão antes mesmo de seu lançamento, por ter sido o primeiro filme brasileiro a, meses antes de chegar aos cinemas, vazar para o mercado pirata e a internet. Um dos protagonistas do filme, o ator Caio Junqueira, chegou a declarar que, por mais que achasse a pirataria algo negativo, sabia que havia sido "por causa dela que o trabalho atingiu o público da televisão”. Uma pesquisa feita pelo Ibope chegou a estimar que mais de 11 milhões de brasileiros teriam visto o filme de forma ilegal isso, entretanto, não impediu o filme de ter sido bem-sucedido nas bilheterias, tendo estreado em primeiro lugar..


Sinopse

 Rio de Janeiro, 1997. Roberto Nascimento, capitão da Tropa de Elite do Rio de Janeiro, é designado para chefiar uma das equipes que tem como missão “apaziguar” o morro do Turano por um motivo que ele considera insensato. Mas ele tem que cumprir as ordens enquanto procura por um substituto. Sua esposa, Rosane, está no final de sua gravidez e todos os dias lhe pede para sair da linha de frente do batalhão. Pressionado, o capitão sente os efeitos do estresse. Nesse clima, ele é chamado para mais uma emergência num morro. Em meio a um tiroteio em um baile funk, Nascimento e sua equipe têm que resgatar dois aspirantes a oficiais da PM: Neto Gouveia e André Mathias. Ansiosos para entrar em ação e impressionados com a eficiência de seus salvadores, os dois se candidatam ao curso de formação da Tropa de Elite.


Elenco

 

  • Wagner Moura interpreta o Capitão Nascimento   
  • André Ramiro interpreta o aspirante André Mathias
  • Caio Junqueira interpreta o aspirante Neto Gouveia   
  • Milhem Cortaz interpreta o Capitão Fábio Barbosa   
  • Fernanda Machado interpreta Maria  .
  • Paulo Vilela interpreta Edu   .
  • Fernanda de Freitas interpreta Roberta Nunde   
  • Maria Ribeiro interpreta Rosane   
  • Fábio Lago interpreta Baiano   
  • André Di Mauro interpreta Rodrigues   
  • Marcelo Valle interpreta o Capitão Oliveira  

Repercussão

Tropa de Elite tornou-se notório por diversos pontos. Desde seu lançamento antecipado – que acendeu uma discussão sobre as cópias ilegais de filmes – até o impacto cultural e a inserção de frases do filme no cotidiano brasileiro.

O Capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura, chegou a ser citado pela mídia como um "herói nacional" – questionamento que chegou a estampar a edição da revista CartaCapital que tratava do filme. O Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, declarou que o filme representava de forma apropriada um capitão do BOPE e que Nascimento poderia sim, ser considerado um herói – não pela violência, que "só ocorre na ficção", segundo o secretário, mas por enfrentar "picos de tensão" mas se manter como uma "pessoa muito disciplinada e bem preparada”. O ator André Ramiro, intérprete do personagem André Mathias, não o considera um herói, e chegou a declarar que "Polícia era uma coisa que eu abominava. Continuo com a mesma opinião, mas agora conheço as pessoas".


Recepção da crítica

A crítica de Tropa de Elite foi dividida, mas o filme foi em geral bem recebido pelo público. Artur Xexéo, do jornal O Globo defende o diretor: "Acreditar que José Padilha apoia as práticas do BOPE por ter feito Tropa de Elite faz tanto sentido quanto acusar Francis Ford Coppola de ligações com a Máfia por ter dirigido “O Poderoso Chefão".


A crítica de cinema Isabela Boscov escreveu à Revista Veja que o filme destaca-se não apenas por suas cenas chocantes, mas por romper com "a tradição nacional de narrar uma história pelo ponto de vista do bandido" e com a "visão pia e romantizada do criminoso".


Plínio Fraga, da Folha de S. Paulo, criticou o filme negativamente devido ao fato de se parecer muito com uma produção de Hollywood. O diretor José Padilha respondeu dizendo que, no Brasil, há uma cultura de desvalorização de um filme bem filmado: "Se filmou bem, é hollywoodiano".


Jay Weissberg, da revista cultural estadunidense Variety, ao fazer a crítica sobre o filme um pouco antes do Festival de Berlim, classificou-o como fascista. Ele também criticou negativamente a narração em off do Capitão Nascimento, dizendo que "o narrador onipresente, em vez de aumentar a identificação do público com o personagem, aliena o espectador inteligente, que não precisa que todos os conceitos sejam explicados, uma vez que eles deveriam ser mostrados visualmente".  

Por causa da controvérsia, Tropa de Elite se tornou um dos filmes brasileiros mais comentados da história. Segundo o Datafolha, 77% dos moradores de São Paulo já conheciam o filme. A opinião pública também achou o filme bom, com 80% dos entrevistados avaliando o filme como excelente ou bom.


Em 2011, a desenvolvedora de jogos eletrônicos Rockstar Games publicou uma crítica de Tropa de Elite em seu site, em preparação para o lançamento de Max Payne 3 - jogo que se passa no Brasil e retrata as batalhas entre as unidades especiais da polícia e gangues de favelas. A empresa recomendou o filme para os fãs da franquia Max Payne.  

Prêmios

 

Festival de Berlim, 2008
  • Urso de Ouro de melhor filme.
Festival Hola Lisboa, 2008
  • Melhor filme
Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro, 2008
  • Melhor direção – José Padilha
  • Melhor ator – Wagner Moura
  • Melhor ator (coadjuvante/secundário) – Milhem Cortaz
  • Melhor fotografia – Lula Carvalho
  • Melhor maquiagem – Martin Macias Trujillo
  • Melhor montagem – Daniel Rezende
  • Melhor som – Leandro Lima, Alessandro Laroca e Armando Torres Jr.
  • Melhores efeitos especiais – Phil Neilson e Bruno van Zeebroeck
  • Melhor longa-metragem nacional

Semana que vem falamos de sua continuação. O filme nacional mais visto da história. Tropa de Elite II. 

 

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