sábado, 23 de novembro de 2013

ERA DA VIOLÊNCIA 2: CAP X - A CAÇA




O tempo foi passando e se aproximava o casamento de João Arcanjo com Luciana. Rui de Santo Cristo ficou responsável pela despedida de solteiro e como vocês já perceberam o cara gostava de uma sacanagem!! Arrumou um puteiro e quando João perguntou onde e como seria a festa o policial respondeu “Calma que será nada demais”.

Parceiro. Se aquilo não era nada demais eu não sei mais o que é demais. Um inferninho daqueles bem baixo nível com mulheres vestindo espartilhos e tocando funk proibidão. João perguntou “Que porra é essa?” Rui respondeu sorrindo “Ora, sua festa de solteiro”. “Você quer me foder?” Retrucou João. Rui pegou uma bebida, trocou olhares com uma que mexia no cabelo e respondeu ao amigo “A você não, ela sim”.

Rui foi até a mulher enquanto João pegou o telefone e foi a um canto falar com Luciana. Voltou e perguntei se estava tudo bem. João respondeu que sim, a namorada estava em um posto de conveniência comprando bebidas para a despedida dela. Pegou uma bebida e me disse “Caralho, ela ouviu a música e perguntou onde eu estava. Respondi que era som de um carro perto do nosso”.

Ri e respondi que ele tomasse cuidado para seu casamento não terminar antes de começar. João bebeu tudo em uma golada só, colocou o copo no balcão e respondeu “Luciana é a mulher da minha da vida”.  Coloquei a mão no ombro de meu amigo e aluno e disse “Aproveita e segure essa mulher pra sempre, não faça igual ao otário aqui”.

Acendi um cigarro e perguntei se João pegaria alguma mulher. João, convicto respondeu “Ta doido? Não traio Luciana de jeito nenhum!! Vou sentar ali no cantinho e beber”.

Ele foi beber e eu fui aproveitar porque era filho de Deus. Peguei duas de uma vez só e levei para um dos quartos do puteiro. Com a preocupação de não beber nada que me oferecessem fiz uma grande festa. Horas de fodelância com um intervalo para descer e pegar bebida no bar.

Encontrei Rui por lá também fazendo o mesmo. Quando peguei a minha o policial tocou no meu ombro e apontou João ao telefone dizendo “Olha lá, cordeirinho contando todos os passos para a noiva”. Também ri e João se aproximou. Rui perguntou se João contou a Luciana que estava se comportando e o amigo respondeu “Não consigo falar com ela, estranho, só dá desligado”.

Falei pro rapaz se acalmar e pegar mais uma bebida que ela devia estar se divertindo. Rui mandou que ele pegasse uma mulher e enquanto João digitava de novo o número no celular respondeu “Já falei, sou fiel”.

Emendei “bem, como não sou fiel a nada vou lá pra cima continuar me divertindo”. Perguntei a Rui se ele também vinha enquanto João lamentava de não conseguir novamente falar com Luciana. Rui abraçou João e comentou “Vai se divertir, depois você fala com ela”.

Subi com Rui enquanto João continuava telefonando.

Fui me divertir nem me preocupando em saber se meu amigo tinha motivos ou não para se preocupar.

E ele tinha.

Luciana saiu do posto de conveniência e andou em direção ao carro quando um grupo de cinco homens encostados em um carro reparou nela. Um deles comentou “Bonita héin?”. O líder do grupo deu um sorriso e respondeu “Deixa comigo”.

Luciana colocou a bebida em cima do carro e abria a porta quando o homem chegou por traz, sem que ela percebesse e encostou um revolver em sua cintura. Calmamente disse “Entra e vai para o passageiro. Isso frio que você sente na cintura é o cano de um revolver, qualquer gracinha eu atiro e você morre”.

Nervosa Luciana pediu que ele não fizesse mal a ela. O homem respondeu que não faria se ela se comportasse e mais uma vez mandou que entrasse. Saíram com o carro, rodaram um pouco pela cidade e o bandido mandou que ela parasse num posto 24 horas. Desceram e ela sacou todo o dinheiro que podia.

O bandido pegou a grana e comentou. “Vamos a outros caixas tirar mais”. Rodaram por horas até que chorando ela pediu “Não tenho mais dinheiro, me deixe ir”.

O bandido concordou, mas respondeu “Vou deixar você em uma estrada. Lá você se vira”. Andaram mais meia hora de carro indo a um lugar vazio, uma estradinha com matagal em volta, escura e o bandido comentou “Pode parar aqui”.

Ela parou e o homem disse “Desce”.

Com muito medo Luciana desceu e o bandido também apontando a arma para ela. Ao descerem surgiu o carro com os outros quatro bandidos também parando e descendo.

Luciana, aterrorizada, pediu para ir embora, que ele tinha prometido e o bandido pediu que ela se aproximasse. A moça se aproximou e ficou entre o carro e o bandido com os outros quatro assistindo.

O homem perguntou se ela queria viver ou morrer. Assustada ela pediu que ele repetisse. O homem pegou o revolver encostou na cabeça de Luciana, engatilhou a arma e repetiu “Eu perguntei se você quer viver ou morrer?”.

Chorando ela implorou pela vida. O bandido pediu que ela repetisse. Ela repetiu e ele pediu que ela gritasse pela vida. Luciana gritou “Eu quero viver!”. Ele pediu mais alto e ela gritou de novo “Eu quero viver!”. Ele gritou que não ouvira e pediu que ela gritasse com toda a força que tinha.

Luciana gritou “Eu quero viver!”.

O bandido sorriu e respondeu ótimo. Logo depois passou a acariciar os seios da moça. Luciana ainda tentou impedir e ele lembrou do que ela pedira.

Chorando Luciana tirou a mão de cima da mão do bandido e deixou que ele acariciasse seus seios. O homem acariciou, apalpou e rindo comentou com os comparsas “São macios, gostosos”.

Encostou a moça ao carro levantou a blusa dela junto com o sutiã e chupou seus seios, mordeu, lambeu. Luciana sofria e chorava com aquele cara repugnante, nojento com a boca em seu corpo, mas ficou quieta. Só pensava que aquilo iria acabar logo e poderia voltar à sua família.

Parou de chupar e colocou a arma na boca da menina dando a ordem “Abre a boca e chupa”. Ela virou o rosto e ele deu um tapa em seu rosto mandando abrir e chupar.

Luciana abriu a boca e chupou o cano de revolver como se fizesse um oral. Os caras riam e o líder dos bandidos dizia “Isso cabritinha, mostre o que você sabe fazer”.

Enfiou bem o cano na garganta de Luciana até que a moça engasgou. Tirou o revolver e o bando caiu na gargalhada. O bandido comentou “Muito bem, foi bem no teste, agora vai pra prova, se ajoelha”.

Abriu a calça e mandou novamente que ela se ajoelhasse. Ela implorou que não e ele novamente engatilhou a arma para sua cabeça, puto da vida, gritando “Ajoelha porra! Ajoelha agora! Quer morrer filha da puta?? Ajoelha!!”. Pegou Luciana pelos cabelos e lhe jogou no chão gritando “Chupa porra !!!”.

Luciana não teve alternativa e chupou o cara. O bandido parecia o demônio em forma de gente. Segurava Luciana pelos cabelos e puxava com força dizendo “Isso vadia, chupa”. Depois de alguns minutos gritou “Engole” e gozou.

Ela se engasgou e caiu no chão se contorcendo. Gargalhando o bandido virou-se para o grupo e disse “Agora é com vocês”.

Um a um os homens pegaram Luciana e lhe estupraram ali naquele matagal. Fizeram miséria com a garota, todo tipo de horror que você pode imaginar. Revezavam-se enquanto calmamente o bandidão tocava gaita. No fim o líder botou a garota de quatro, acariciou sua bunda, cuspiu na mão e disse “Agora o grande final”.

Forçou a menina a sexo anal. Arrebentou com Luciana e depois feliz se vestiu.

Luciana, a noiva ansiosa e feliz porque casaria no dia seguinte estava ali. Nua em um matagal. Sangrando, suja, não conseguia nem mais chorar. Com olhar perdido no nada enquanto os bandidos se preparavam para ir embora.

Os quatro entraram no carro, menos o líder que mandou que esperassem. Chegou perto de Luciana, disse “Vagabunda” e mijou em cima da garota.

Depois pegou o revolver, engatilhou e falou “Lembra quando te dei a opção de viver ou morrer? Pois é. Eu menti”.

O bandido descarregou a arma matando Luciana.

Repugnante, nojento, asqueroso. Não existem palavras pra definir o que aconteceu com Luciana e o pior é pensar que ela era apenas mais uma vítima. Mais uma para as estatísticas. Diariamente vários sonhos, como os de Luciana, são interrompidos nessa cidade.

Eu dormia depois da foda quando bateram na porta do quarto no puteiro. Botei o travesseiro na cabeça quando as batidas aumentaram e ouvi uma voz feminina “Acorda Gilberto, o Rui pediu pra te avisar que deu merda”.

Preocupado, levantei e abri a porta. Perguntei a mulher que batera o que tinha ocorrido e ela respondeu “parece que mataram a noiva do seu amigo”.

Soltei um “Puta que pariu” e desci correndo. Rui tentava segurar um descontrolado João que chorava e gritava que iria se matar. Perguntei a Rui o que ocorrera e ele respondeu “Parece que mataram a Luciana. Acharam o carro dela em um matagal com um corpo. Temos que ir lá”.

Demos um sossega-leão à força a João e fomos os três ao local. Enquanto o grogue João ficou no carro eu e Rui descemos até o matagal e vimos o corpo.

Olha parceiro. Eu com toda minha vida ligado a quem não presta tenho que dizer que poucas vezes vi algo tão dilacerante. Senti minha alma corroer vendo aquela menina, na forma que estava, no matagal.

Rui se aproximou do corpo, se agachou e comentou “Puta que pariu Gilberto, olha o que fizeram com a Luciana”. Eu, com lágrimas nos olhos, me aproximei de Rui e disse “Isso não é coisa de gente, é de bicho, não é possível”.   

Afastei-me para vomitar e Rui perguntou “Como vamos contar isso para o João?”. Respondi “Não sei”.

Voltamos ao carro e cambaleante João suplicou pedindo que disséssemos que não era ela. Rui abraçou o amigo dizendo “Sinto muito” e o homem se desesperou querendo ir ver o corpo. Segurei João e falei que era melhor que ele não visse. João gritou que tinha o direito de ver e foi. Ao chegar ao local e ver o estado que deixaram Luciana desmaiou.

Levei João para casa e fiquei com ele lá enquanto Rui tratava da remoção para o IML. Também coube a mim ia à casa de Rodrigo Saldanha contar o ocorrido. Vocês já devem imaginar o desespero. 

Durante o velório Rodrigo permanecia quieto ao lado do caixão fechado, para que ninguém visse a forma que Luciana ficou. João e Fernanda abraçados choravam e eu fiquei ao lado de Rui.

Rui com óculos escuros olhando crucifixo na parede me disse “Isso não vai ficar assim”. Comentei que tinha pena deles quando a polícia chegasse e Rui me perguntou “Quem disse que a polícia vai entrar nessa história?”.

Não entendi o que Rui quis dizer e ele me explicou “Você é malandro antigo, do tipo que já viveu tudo nessa cidade. Acha mesmo que a polícia vai fazer justiça? Vai dar a esses filhos da puta o que ele merece?”.

Luciana foi enterrada e no fim João voltava sozinho. Rui e eu nos aproximamos e Rui comentou “Isso não vai ficar assim João. Eu vou até o inferno atrás desses caras”. João contou que nada mais lhe importava e Rui afirmou “Importa sim e você vai ter a cabeça desses caras”.

Logo cedo Rui passou em minha casa me chamando para fazer investigações. Comentei que nem policial era, era jornalista e o homem retrucou “Você é jornalista e entende desse meio, vai comigo”.

É parceiro. Lá fui eu de novo me meter no mundo do crime.

Fomos até o posto de conveniência fazer algumas perguntas, mas ninguém sabia de nada. Rui me disse para irmos aos 24 horas da redondeza para vermos se alguém sabia de alguma coisa. Se tinha algum estabelecimento perto.

Rodamos bastante e nada até que perto de um tinha um bar. Já era noite e Rui tinha esperança de ter no bar alguém que estivesse também na noite da morte.

Perguntamos ao dono do bar e ele respondeu que sabia de nada. Aos balconistas e também não sabiam. É manolos, estava difícil até que um frequentador nos chamou.

O homem disse que viu no 24 horas ao lado um homem pardo, forte, descer com uma mulher parecida com a da discrição que fizemos sacar dinheiro.

Comentou algo mais importante. Que um carro com quatro homens parou atrás, esperou e partiu atrás dos dois. Ele achou estranho e anotou a placa.

Com a numeração Rui descobriu na delegacia que existia uma queixa de roubo com aquela placa. Chamou o dono do carro até a delegacia e na minha presença pediu ao homem que contasse a história do roubo.

Ele contou que foi roubado em um sinal de trânsito por cinco homens armados. Rui pediu a discrição deles que bateu com a do homem do bar. Pediu então um retrato falado e investigou no computador da polícia se as discrições batiam com alguém com passagem pela polícia.

Batia.

Alguns dias depois Rui buzinou na minha porta. Desci e ele mandou “Vem”. Perguntei aonde iríamos e ele respondeu “Pra casa do João”. Batemos na porta e ele abriu. João perguntou se algo ocorrera e Rui disse o mesmo “Vem”. João perguntou aonde e ele respondeu “No caminho te explico”.

Paramos em uma praça e lá estava um táxi parado. Quando percebi Scarface, companheiro de cadeia, estava encostado ao veículo. Perguntei quando ele tinha saído e ele respondeu “Faz pouco tempo. Caralho! Você fez uma revolução naquela cadeia! Matou o Assassino com cara de bebê!”. 

João perguntou que história era aquela e Rui interrompeu “Não é hora pra isso, cadê o Galalite?”. Scarface respondeu que estava em casa com filho doente e Rui respondeu “Tudo bem, pelo menos ele entregou os caras pra gente”.

João pediu que Rui esclarecesse o que ocorria e o policial respondeu “Encontrei os assassinos da Luciana. Nós vamos passar os caras”.

Respondi logo que estava fora e Rui mandou que eu parasse. João perguntou “Não é melhor entregarmos pra polícia?”. Rui respondeu “Você confia na polícia? Daqui a pouco eles estão soltos porra!”.

João ficou zonzo com tanta informação e Rui continuou “Porra João! Você foi sequestrado, cortaram sua orelha, mataram seu pai na sua frente!”. João pedia para que o amigo parasse e Rui continuou “Comeram sua mulher porra!! Foderam ela de tudo quanto é jeito!! Chuparam, morderam, acabaram com o cu dela! Desfiguraram o rosto dela!”.

João gritava para que ele parasse, mas Rui continuou “Meteram bala na cabeça dela! Da mulher da sua vida! Acabaram com a sua vida! Vai deixar barato? Vamos pegar esses filhos da puta!”.

Pedi para que Rui maneirasse, mas João me interrompeu pedindo uma arma. Rui sorriu e entregou a ele. João completou “Vamos pegar esses filhos da puta!”.

Entramos os quatro no táxi de Scarface e fomos a um bar. Dois dos bandidos estavam lá. Rui já desceu executando um na frente de todo mundo e Scarface pegou outro jogando dentro do táxi. Fomos para o alto de um penhasco e Rui segurando o homem pelo colarinho, prestes a soltar, pedia o nome dos outros e aonde achar.

Tem tipo de bandidos, covardes como esse bando, que só tem coragem em grupo e com armas na mão. O homem se cagou todo literalmente e entregou tudo. Scarface ironizou o fato do bandido ter se cagado e Rui falou “Lixo vai pro lixo” largando o bandido penhasco abaixo.

Esperamos embaixo de uma favela que o terceiro descesse. Viciado de merda que foi comprar drogas e Scarface e Rui sentaram o dedo. Entramos na casa de outro que transava com uma prostituta e os dois fuzilaram o bandido deixando a puta viva.

Faltava o líder. O mais escroto.

Fomos para a redondeza de onde o homem morava e vimos o filho da puta em um posto 24 horas acompanhado de uma mulher. Calmamente o bandido esperava a mulher sacar dinheiro e Rui comentou “É sequestro”.

Os dois se encaminharam para o carro e antes que dessem a partida Scarface e Rui meterem suas caras pelas janelas. Rui com a arma apontada para a cabeça do bandido disse “Desculpa, mas hoje você não vai estuprar ninguém”. 

Paramos no mesmo matagal que os bandidos mataram Luciana e tiramos o cara do carro. Encostamos ao veículo e Rui começou “Soube que vocês fizeram uma brincadeira legal com a Luciana. Lembra da Luciana? Aquela que vocês estupraram e mataram?”.

O bandido, filho de uma puta, riu e disse “lembro bem, peitos gostosos”. João passou por Rui e deu um soco no estômago do bandido que caiu no chão.

Rui levantou o bandido e contou “Desculpe meu amigo, ele era noivo da moça e não deve ter gostado do que você disse. Bem, vamos a brincadeira. Você quer viver ou morrer?”.

O Bandido respondeu “Tanto faz, vocês vão me matar mesmo”. Rui riu e comentou conosco “Poxa, ele não gosta de brincar. Mas ta certo né? Não fomos originais”. Virou-se novamente ao bandido e mandou “Abaixe a calça”.

O bandido perguntou “Vai me comer?”. Rui olhou o bandido de cima a baixo e respondeu “Não, você é muito feio, abaixa a calça”. O homem se recusou e o policial mandou que nós segurássemos.    

Seguramos e Rui tirou a calça dele. Ainda com ele preso tampou seu nariz obrigando que abrisse a boca e colocou a arma na mesma dizendo “Chupa vadia! Não foi assim que disse pra ela? Seu amiguinho falou”. Fez entra e sai com a arma na boca do assassino e depois tirou dizendo que tava na hora de finalizar.

O bandido gritou “Vai!! Me mata logo filho da puta!! Eu vou pro inferno e vou comer aquela piranha de novo!!”.

Mas não matou. Aproveitou que estávamos segurando o bandido e tirou uma faca do bolso. Voltou ao assassino e decepou seu pau.

O bandido urrou de dor enquanto Rui enfiou o pau ensanguentado em sua boca. O assassino se desesperou, urrava sangrando e com o pau lhe asfixiando quando Rui mandou que nós lhe soltássemos.

Ficamos um tempo olhando o homem castrado sangrar quando Rui virou-se para João e disse “É seu, finaliza”.

João olhou um tempo para o homem que pelos olhos pedia piedade. Rui pegou uma gaita e tocou até que João ensandecido sacou a arma e atirou várias vezes dizendo “Morre filho da puta!!”.

No fim estava lá o corpo caído, nós quatro olhando quando Rui olhou o relógio e disse “Vamos embora, amanhã tenho que acordar cedo”.

Andamos em direção ao táxi. O celular de Rui tocou, ele mandou que fôssemos à frente e atendeu.

Sozinho enquanto andava Rui falou ao telefone.

“Deu tudo certo Galalite, plano perfeito. Sim, você não podia ter arrumado bandidos mais idiotas, deu tudo certo”.

Continuou andando, falando e completou.

“João Arcanjo? A alma dele agora é minha”.


ERA DA VIOLÊNCIA 2 (CAPÍTULO ANTERIOR)



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