quarta-feira, 14 de setembro de 2016

CINEBLOG: FORREST GUMP


Cineblog hoje fala de um grande filme. Um dos maiores da história do cinema, que me marcou muito quando vi e emociona até hoje. Filme que consagrou de vez Tom Hanks.

Cineblog orgulhosamente apresenta:


Forrest Gump



Forrest Gump (Forrest Gump: O Contador de Histórias (título no Brasil) ou Forrest Gump (título em Portugal)) é um filme norte-americano de 1994, dirigido por Robert Zemeckis com Tom Hanks no papel-título e baseado no romance homônimo de 1986 escrito por Winston Groom. O filme também traz no elenco Robin Wright Penn e Gary Sinise. A história atravessa várias décadas na vida do personagem central, Forrest Gump, um homem simples do Alabama que viaja ao redor do mundo, encontra figuras históricas, influencia a cultura popular e é testemunha de alguns dos eventos históricos mais notórios da segunda metade do século XX.

O filme difere substancialmente do romance de Winston Groom, no qual foi baseado. As filmagens aconteceram em 1993, principalmente nos estados da Geórgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul. O filme fez grande uso de imagens geradas por computador para incorporar o protagonista em filmagens antigas e no desenvolvimento de outras cenas. A trilha sonora do filme é composta de muitas faixas, e seu lançamento comercial vendeu 4,42 milhões de cópias.

Lançado nos Estados Unidos em 6 de julho de 1994, Forrest Gump foi bem recebido pelos críticos e tornou-se o maior sucesso comercial do cinema estadunidense naquele ano, arrecadando mais de 677 milhões de dólares ao redor do mundo. Desde o lançamento do filme, várias interpretações têm sido feitas acerca do simbolismo político do protagonista. Em 1996, um restaurante temático baseado no filme foi aberto, e desde então expandiu-se com várias filiais ao redor do mundo. A cena de Forrest correndo através dos Estados Unidos é geralmente referenciada por indivíduos reais que tentam o desafio. Forrest Gump foi indicado a treze Oscars, o filme ganhou em seis categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Robert Zemeckis) e Melhor Ator (Tom Hanks).


Sinopse



O filme começa com uma pena caindo aos pés de Forrest Gump, sentado numa parada de ônibus em Savannah, na Georgia. Forrest pega a pena e coloca-a dentro de um livro, e então começa a contar a história de sua vida a uma mulher sentada próxima a ele. Os ouvintes na parada de ônibus variam.

Forrest mostra ter muito de sua vida ensinado por sua mãe. Forrest frequentemente repete suas frases favoritas, incluindo "A vida é como uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar" e "Idiota é quem faz idiotice". Outras pessoas que têm papéis importantes na vida de Forrest são Jenny Curran, uma amiga de infância que é sexualmente abusada por seu pai; Benjamin Buford "Bubba" Blue, um jovem negro pescador de camarões que serve junto com Forrest na Guerra do Vietnã e sabe "tudo que se pode saber sobre camarões"; e o Tenente Dan Taylor, que é o comandante da unidade onde Forrest e Bubba servem; Alguns anos após o encerramento da guerra, Forrest propõe o casamento a Jenny. Ela recusa. Mais tarde aquela noite eles fariam sexo. Na manhã seguinte ela iria embora. Para compensar o vazio em seu coração, Forrest corre através dos Estados Unidos por três anos e meio. Ele é chamado de "um jardineiro de Greenbow, Alabama", em noticiários sobre suas corridas.

Forrest está esperando o ônibus porque em 30 de março de 1981, ele recebeu uma carta de Jenny que, após vê-lo na televisão, convida-o para visitá-la. Forrest mostra a carta de Jenny a uma das ouvintes, uma paciente senhora idosa que mesmo após perder seu ônibus continuava a ouvi-lo; ela conta a ele que para chegar ao endereço da carta não é necessário pegar o ônibus, uma curta caminhada basta. Ele agradece a senhora e imediatamente começa a correr. Uma vez que ele encontra Jenny e seu jovem filho, Jenny conta a ele que o garoto é chamado Forrest, assim como o pai dele. Primeiramente ele pensa que ele é filho de um outro homem chamado Forrest, mas depois ela confirma que o filho é realmente dele. Ela também conta a Forrest que está infectada com um vírus (que pode ser o vírus da AIDS). Juntos, os três se mudam para Greenbow, onde Jenny e Forrest finalmente se casam, mas o casamento dura pouco por causa da morte de Jenny "numa manhã de sábado" segundo Forrest. Sua lápide dá a data de 22 de março de 1982 (na verdade o dia 22 de março de 1982 foi uma segunda-feira, não um sábado).

O filme termina com Forrest levando seu filho a um ônibus escolar; com a aproximação do ônibus, o pai pega o livro que sua mãe lia para ele, e deixa cair uma pena, que havia aparecido no início do filme; então, sem perceber isso, Forrest devolve o livro à mochila do filho e pondera sobre dizer algo ao seu filho, mas decide de última hora não dizer (provavelmente diria algo sobre não dar importância se alguém zombasse dele na escola, mas deve ter lembrado que devido ao fato dele mesmo ter sido zombado na época de escola, acabou conhecendo Jenny). Então pai e filho dizem que se amam. A pena no livro de Forrest é levada pelo vento, e flutua ao céu, como no início do filme.

Elenco




Ator                                           Papel
Tom Hanks                        Forrest Gump
Robin Wright Penn                 Jenny Curran
Gary Sinise                         Tenente Dan Taylor
Mykelti Williamson                  Benjamin Buford "Bubba" Blue
Sally Field                                  Mãe de Forrest
Michael Conner Humphreys Jovem Forrest Gump
Hanna R. Hall                         Jovem Jenny Curran
Haley Joel Osment                 Forrest Gump Jr.
Sam Anderson                   Diretor Hancock
Geoffrey Blake                  Wesley, organizador do SDS
David Brisbin                         Jornalista
Peter Dobson                         Elvis Presley
Siobhan Fallon                        Dorothy Harris, motorista do ônibus escolar
Osmar Olivo                        Sargento
Brett Rice                                Técnico de futebol americano colegial
Sonny Shroyer                        Técnico Paul "Bear" Bryant
Kurt Russell                         voz de Elvis Presley
Harold G. Herthum                   Médico


Recepção



Nas palavras de Tom Hanks, "O filme é não-político e não faz julgamentos". Ainda assim, em 1994, o programa Crossfire, da CNN debateu se o filme tinha uma posição de direita ou esquerda. O produtor Lloyd Kaufman notou que os sucessos de Gump resultaram a partir do que outros falaram, nunca mostrando nenhuma iniciativa própria, em contraste com a personagem revoltada de Jenny que é mostrada descendo em direção às drogas, prostituição e morte.

O filme recebeu uma maioria críticas positivas na época de seu lançamento, com Roger Ebert dizendo, "O roteiro de Eric Roth tem a complexidade da ficção moderna… a performance de Hanks é um notável balanço entre comédia e tristeza, numa história rica em grandes risadas e tristes verdades… que filme mágico". Porém, o filme recebeu críticas notáveis de diversos analistas, incluindo The New Yorker e Entertainment Weekly (que disse que o filme "reduz o tumulto das últimas décadas a um parque temático de realidade virtual: uma versão da Disney para os baby boomers".). Em setembro de 2007, o filme possui uma taxa de aprovação de 71% dos críticos no Rotten Tomatoes.

Porém, o filme é comumente visto como um marco para o público, com a Entertainment Weekly escrevendo em 2004, "Quase uma década após lucrar 'gazilhões' e pegar vários Oscars, o ode a América do século XX ainda representa uma das mais claras linhas divisórias do cinema. Alguns o vêem como uma peça artificial de melodrama pop, enquanto o resto o aclama como uma doce caixa de chocolates". O filme também ficou na posição 76 na lista de 2007 dos melhores filmes de todos os tempos do American Film Institute.


Principais prêmios e indicações



No total, o filme Forrest Gump recebeu 38 prêmios, além de mais 44 indicações, entre eles:

Oscar 1995 (EUA)

6 vitórias de 13 indicações

Melhor Filme (Wendy Finerman, Steve Tisch e Steve Starkey)
Melhor Diretor (Robert Zemeckis)
Melhor Ator (Tom Hanks)
Melhor Roteiro Adaptado (Eric Roth)
Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston, George Murphy, Allen Hall e Stephen Rosenbaum)
Melhor Edição (Arthur Schmidt)

Indicações

Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise)
Melhor Direção de Arte (Rick Carter e Nancy Haigh)
Melhor Fotografia (Don Burgess)
Melhores Edição de Som (Gloria S. Borders e Randy Thom)
Melhor Maquiagem (Daniel C. Striepeke e Hallie D'Amore)
Melhor Trilha Sonora Original (Alan Silvestri)
Melhor Mixagem de Som (Randy Thom, Tom Johnson, Dennis S. Sands e William B. Kaplan)

Globo de Ouro 1995 (EUA)

Venceu nas categorias de Melhor Filme - Drama (Wendy Finerman), Melhor Diretor (Robert Zemeckis) e Melhor Ator - Drama (Tom Hanks).

Indicado nas categorias Melhor Trilha Sonora (Alan Silvestri), Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright) e Melhor Roteiro (Eric Roth).

BAFTA 1995 (Reino Unido)

Venceu na categoria de Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston, George Murphy, Stephen Rosenbaum, Doug Chiang e Allen Hall).

Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Atriz Coadjuvante (Sally Fields), Melhor Edição (Arthur Schmidt), Melhor Filme (Wendy Finerman, Steve Tisch, Steve Starkey e Robert Zemeckis), Melhor Roteiro Adaptado (Eric Roth) e Melhor Fotografia (Don Burgess).

Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)

Venceu na categoria de Melhor Filme de Fantasia e Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise).

Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Diretor (Robert Zemeckis), Melhor Música (Alan Silvestri), Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright Penn) e Melhor Roteiro (Eric Roth).

Academia Japonesa de Cinema 1996 (Japão)

Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Screen Actors Guild Awards 1995 (EUA)

Venceu na categoria de Atuação Extraordinária de um Ator em Papel Principal (Tom Hanks).

Indicado nas categorias de Atuação Extraordinária de uma Atriz em Papel Coadjuvante (Sally Field e Robin Wright Penn) e atuação Extraordinária de um Ator em Papel Coadjuvante (Gary Sinise).

Prêmio Eddie 1995 (American Cinema Editors, EUA)

Venceu na categoria de Filme Melhor Editado.


Semana que vem Cineblog fala de um filme que está agora nos cinemas provocando polêmica e fazendo grande sucesso. "Aquarius".


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