quarta-feira, 17 de setembro de 2014

CINEBLOG: OS PÁSSAROS




Continuando pela seara do gênio Alfred Hitchcock o “Cineblog” fala hoje de outra obra prima sua. Um suspense de tirar o fôlego e que não nos deixa mais olhar o céu da mesma forma depois que assistimos.

Cineblog orgulhosamente apresenta:

OS PÁSSAROS


Os Pássaros (no original em inglês: The Birds) é um filme norte-americano de 1963, do gênero de suspense, dirigido por Alfred Hitchcock. É baseado num conto de mesmo nome, da escritora britânica Daphne Du Maurier.

Elenco principal

  • Tippi Hedren .... Melanie Daniels
  • Rod Taylor .... Mitch Brenner
  • Jessica Tandy .... Lydia Brenner
  • Suzanne Pleshette .... Annie Hayworth
  • Veronica Cartwright .... Cathy Brenner
  • Ethel Griffies .... Mrs. Bundy, ornitologista
  • Charles McGraw .... Sebastian Sholes, pescador
  • Ruth McDevitt .... Mrs. MacGruder, funcionária da petshop
 
Principais prêmios e indicações

Oscar 1964 (EUA)
  • Indicado na categoria de melhores efeitos especiais.
Globo de Ouro 1964 (EUA)
  • Venceu na categoria atriz mais promissora (Tippi Hedren).
Prêmio Edgar 1964 (Edgar Allan Poe Awards, EUA)
  • Indicado na categoria de melhor filme.

 

Curiosidades

  • A famosa aparição de Hitchcock desta vez se dá logo no início do filme. Ele aparece saindo da loja de animais levando alguns cães enquanto Melanie adentra o local.
  • O filme não possui quase nenhuma música ou trilha sonora. Somente se ouve música em três momentos: o primeiro, na casa de Mitch Brenner, quando Melanie toca piano enquanto conversa com Cathy. O segundo na sequência da escola, quando as crianças cantam enquanto Melanie espera do lado de fora, sem reparar nos pássaros se aglomerando. A última ocorre já no final do filme, quando Mitch liga o rádio do carro.
  • O filme é um dos pioneiros a não exibir o clássico "THE END" no final. A ultima cena termina com um esmaecer de tela e em seguida segue o suspense do que terá acontecido aos personagens. Logo após, vêm os créditos finais.
Semana que vem Cineblog troca o suspense por um romantismo moderno e fala de “500 dias com ela”.

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