quinta-feira, 6 de julho de 2017

SOBE O SOM: NELSON CAVAQUINHO & CARTOLA


Nelson Cavaquinho, nome artístico de Nelson Antônio da Silva, (Rio de Janeiro, 29 de outubro de 1911 — Rio de Janeiro, 18 de fevereiro de 1986) foi um importante músico brasileiro. Sambista carioca, compositor e cavaquinista na juventude, na maturidade optou pelo violão, desenvolvendo um estilo inimitável de tocá-lo, utilizando apenas dois dedos da mão direita.

Seu envolvimento com a música inicia-se na família. Seu pai, Brás Antônio da Silva, era músico da banda da Polícia Militar e seu tio Elvino tocava violino. Depois, morando na Gávea, passou a frequentar as rodas de choro. Foi nessa época que surge o apelido que o acompanharia por toda a vida. Casou-se por volta dos seus 20 anos com Alice Ferreira Neves, com quem teria quatro filhos e na mesma época consegue, graças a seu pai, um trabalho na polícia fazendo rondas noturnas a cavalo. E foi assim, durante as rondas, que conheceu e passou a frequentar o morro da Mangueira.

Deixou mais de quatrocentas composições. Por falta de dinheiro, depois de deixar a polícia, Nelson eventualmente "vendia" parcerias de sambas que compunha sozinho. Em 1970 lançou seu primeiro LP, "Depoimento de Poeta", pela gravadora Castelinho.

Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980), foi um cantor, compositor, poeta e violonista brasileiro.

Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda menino e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.

Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça — seis anos mais velho — e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boêmia, da malandragem e do samba. Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos — tendo terminado apenas o primário. Arranjou emprego de servente de obra e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido "Cartola". Junto com um grupo de amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira.

Então vamos lá!!


Sobe o som Nelson Cavaquinho & Cartola!!


Juízo final (Nelson Cavaquinho)


A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho)


Quando eu me chamar saudade (Nelson Cavaquinho)


Minha festa (Nelson Cavaquinho)


Luz negra (Nelson Cavaquinho)


Rugas (Nelson Cavaquinho)


Palhaço (Nelson Cavaquinho)


O mundo é um moinho (Cartola)


Preciso me encontrar (Cartola)


Corra e olhe o céu (Cartola)


O Sol nascerá (Cartola)


Peito vazio (Cartola)


Alvorada (Cartola)


Tive sim (Cartola)


Bem, aí está um pouco da obra de dois gênios da nossa música e que deixaram saudade. Semana que vem tem mais saudades. Tem clássicos do Sessão da Tarde.


Enquanto isso vou subir o morro cantando...


..que as rosas exalam o perfume que roubam de ti.



SOBE O SOM ANTERIOR:

WHITNEY HOUSTON

Nenhum comentário:

Postar um comentário